Terça-feira, 30 de Junho de 2009

PINA BAUSCH

Esta é a minha pequena homenagem.

 

 

Esta é a notícia,  sobre Pina Bausch


publicado por felismundo às 17:36
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Domingo, 28 de Junho de 2009

AS ABELHAS

Hoje, uma notícia chamou-me à atenção.

Vinha escondida e por isso poucos tiveram acesso a ela, razão porque achei por bem, aqui trazê-la.

Tomando por verdadeira a profecia de Einstein, não podemos deixar que, esta "arma", avance e destrua todo um ecossistema que nos protege e dá vida.

Cuidemos das abelhas e teremos, certamente, um futuro mais "doce".

 

 http://arquivo.ese.ips.pt/abolina/webquests/abelhas/Abelha1.jpg

NOTA:

Bom , saber que nos Açores, esse ácaro, perdador, de nome "varrose", ainda não chegou, mas esta situação deverá servir para nos alertar e para que se lute em termos globais, para a erradicação de tal praga.

 


publicado por felismundo às 12:37
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MÚSICAS DE DOMINGO

 

 

 

 

Marta Sofia Botelho Vieira, violinista açoriana, irmã desse génio do violino que dá pelo nome de Rudolfo Vieira, foi a escolhida para nos trazer a música ao nosso Domingo.

Os músicos açorianos merecem todo o destaque e os Irmãos "Botelho Vieira", são disso um grande exemplo.

Foi uma escolha diferente, mas sempre com a qualidade que gosto de trazer, aqui.

música: Zigeunerweisen, de Pablo Sarasate

publicado por felismundo às 07:00
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Sábado, 27 de Junho de 2009

NO SÁBADO, PINTURA!

 Mais, pintura portuguesa contemporânea.

 

 


publicado por felismundo às 07:00
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Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

CESTAS DE POESIA

 

  Guiarás o Povo

 

 

O meu coração é um navio

que te procura nos sete mares,

que à flor das águas vai e vem

gritando, atirando o teu nome.

 

O meu coração é um navio

que te procura mas não te encontra.

A Oeste, a Leste, a Sul, ao Norte

retesa as velas, mas não te encontra.

  
Envelheceram já muitas palavras.

Porém nada perdido, que este verde

coração se arruma como louco

sobre as ondas, e procura e procura.

 

Fernando Assis Pacheco
Cuidar dos Vivos (1963)
In A Musa Irregular
Lisboa, Hiena, 1991

   

 

 

 

FERNANDO ASSIS PACHECO

Nasceu em 1937, em Coimbra. A sua ascendência é galega pelo lado materno. Licenciado em Filologia Germânica, foi jornalista e crítico literário.

Estreou-se, em 1963, com o livro Cuidar dos Vivos. Em 1972, publicou Câu Kiên: Um Resumo, um livro com título vietnamita para escapar à censura fascista, reeditado quatro anos mais tarde como Catalabanza Quiolo e Volta. Outros livros se seguiram, até que, em 1991, o poeta reuniu o conjunto da sua poesia, produzida ao longo de vinte e oito anos, num volume único intitulado A Musa Irregular. A sua obra conta também com algumas incursões na ficção.

Assis Pacheco faleceu em 1995.

 

Outros títulos:

 

Memória do Contencioso e Outros Poemas (1980) - poesia

Walt (1978) - ficção

Trabalhos e Paixões de Benito Prada (1993) - ficção

 

 

A Musa Irregular - um dos 100 livros do século.

 
   
 
 

publicado por felismundo às 07:00
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Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

ÁS QUINTAS, GASTRONOMIA!

Hoje, chego mais tarde, mas chego.

Uns afazeres, no quintal, que só dão para fazer de manhã, enquanto o Sol não aquece, fizeram-me chegar mais tarde, contudo ainda a tempo de dar o meu contributo para o almoço, desde que o feijão tenha ficado "de molho", desde a noite passada ou então, se assim não for uma lata do mesmo, já cozido.

Bem, nunca é a mesma coisa!

 

BOM APETITE!!!

 

 

 

FEIJOADA DE BÚZIOS

Ingredientes

800 g de búzios

500 g de feijão vermelho

2 cebolas

1 pimento

4 dentes de alho

4 tomates

1 ramo de salsa

1 folha de louro

1,5 dl de azeite

Pimenta em grão

Sal grosso

 

Como Fazer

Demolhe o feijão (cerca de 6 horas) e, em seguida, coza-o em lume brando. À parte, parta as conchas dos búzios, tire-os e lave-os em várias águas. Leve-os a cozer em água e sal cerca de sessenta minutos, também em lume brando. Assim que cozidos, tire-os da água, deixe-os arrefecer totalmente e corte-os em bocados.

Num tacho, leve ao lume, o azeite com as cebolas e os dentes de alho picados, a folha de louro e a salsa (picada em grosso). Estando a cebola loura, misture o pimento, sem sementes e cortado em cubos, e o tomate pelado, sem graínhas. Tempere com sal grosso e pimenta moída no momento.

Deixe ferver até o tomate ficar em puré e junte os feijões, os búzios e a água necessária de ambas as cozeduras. Leve, novamente, ao lume a apurar, rectifique os temperos e sirva.


publicado por felismundo às 11:03
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Domingo, 21 de Junho de 2009

MÚSICAS DE DOMINGO

 

No passado dia 14, Che Guevara, completaria 81 anos de idade.

Apetece-me lembrá-lo com este vídeo, que espero gostem.


publicado por felismundo às 08:28
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Sábado, 20 de Junho de 2009

NO SÁBADO, PINTURA!

 Continuo no tema MULHER, hoje sob o olhar de Amadeo Modigliani.

 

 

 

música: Le consequenze dell'amore

publicado por felismundo às 10:43
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Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

CESTAS DE POESIA

MARIA TERESA HORTA

 



Lisboa
1937

Portugal
Escritora portuguesa, natural de Lisboa. Estudou na Faculdade de Letras de Lisboa, enveredando depois pela carreira jornalística. Dirigiu o ABC Cine-Clube e fez parte do grupo Poesia 61. Colaborou em jornais e revistas (Diário de Lisboa, Diário de Notícias, Jornal de Letras e Artes, Hidra 1, entre outros) e foi chefe de redacção da revista Mulheres. Feminista, publicou, com Maria Velho da Costa e Isabel Barreno, as Novas Cartas Portuguesas (1971), cujo conteúdo levou as autoras a tribunal.
A sua obra encontra-se marcada por uma forte tendência de experimentação e exploração das potencialidades da linguagem, numa escrita impetuosa e frequentemente sensual. Estreou-se com a obra poética Espelho Inicial (1960), a que se seguiram, Tatuagem (1961), Cidadelas Submersas (1961), Verão Coincidente (1962), Amor Habitado (1963), Candelabro (1964), Jardim de Inverno (1966), Cronista Não é Recado (1967), Minha Senhora de Mim (1971), Poesia Completa (1983, dois volumes), e as obras de ficção Ambas as Mãos sobre o Corpo (1970), Ana (1975), A Educação Sentimental (1975), Os Anjos (1983), Ema (1984), O Transfer (1984), Rosa Sangrenta (1987), Antologia Política (1994), A Paixão Segundo Constança H. (1994) e O Destino (1997). Em 1999, lançou a obra A Mãe na Literatura Portuguesa, constituída por uma longa introdução da autora, depoimentos de várias individualidades, uma antologia de poesia e prosa de escritores portugueses e no fim um conjunto de quadras e provérbios, tudo em torno da temática da mãe.
Em 2001, publica Minha Senhora de Mim

 

 

 

Poema sobre a recusa

Como é possível perder-te
sem nunca te ter achado
nem na polpa dos meus dedos
se ter formado o afago
sem termos sido a cidade
nem termos rasgado pedras
sem descobrirmos a cor
nem o interior da erva.

Como é possível perder-te
sem nunca te ter achado
minha raiva de ternura
meu ódio de conhecer-te
minha alegria profunda.


publicado por felismundo às 07:00
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Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

ÀS QUINTAS, GASTRONOMIA!

Um prato, de que muito gosto!

 

Esta receita não inclui cravinho que,  em outras versões, se usa juntamente com cebola que se craveja e se coze conjuntamente com os pézinhos.

Ainda, relativamente ao molho, pode acrescentar-se 3 ovos batidos, que se deixam cozer, antes de servir.

 

 

PÉZINHOS DE COENTRADA  

Ingredientes:

8 pézinhos de porco, 100 gr. de banha, 2 molhos de coentros, 2 folhas de louro, 8 dentes de alho, 3 colheres de farinha, 1 dl de vinagre, sal.

 

Preparação:

Arranjam-se muito bem os pés de porco e abrem-se ao meio. Salgam-se durante dois ou três dias. Depois de limpos de sal, cozem-se muito bem. Escolhem-se as folhas dos coentros e pisam-se num almofariz, juntamente com os alhos e o sal. Num tacho derrete-se a banha e alouram-se ligeiramente os condimentos que foram pisados no almofariz, assim como as folhas de louro. Em seguida, colocam-se os pézinhos de porco com um pouco de água onde foram cozidos. A água deverá ser passada por um passador de rede fina. Deixa-se apurar um pouco, para depois se acrescentar a farinha e o vinagre, previamente misturados.

 

Acompanha com fatias de pão.


publicado por felismundo às 09:24
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