Sábado, 8 de Janeiro de 2011

QUANDO TEREMOS POR CÁ UM PRESIDENTE ASSIM???

 

Para ver, ouvir, reflectir e divulgar!!!

 

 

 

 


publicado por felismundo às 15:23
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito
Domingo, 19 de Setembro de 2010

MÚSICA PORQUE É DOMINGO

Para ouvirem e meditarem.

Estamos nessa!!!

 

música: ATÉ QUANDO?

publicado por felismundo às 11:12
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 16 de Julho de 2010

CESTAS DE POESIA

Assim, sem mais, um poema erótico de: - Carlos Drummond de Andrade

 

Amor é bicho instruído


Amor é bicho instruído
Olha: o amor pulou o muro
o amor subiu na árvore
em tempo de se estrepar.
Pronto, o amor se estrepou.
Daqui estou vendo o sangue
que escorre do corpo andrógino.
Essa ferida, meu bem
às vezes não sara nunca
às vezes sara amanhã.


publicado por felismundo às 08:00
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Sexta-feira, 26 de Março de 2010

CESTAS DE POESIA

 

Oswaldo Montenegro

Oswaldo Montenegro


Foto: Divulgação

Oswaldo Viveiros Montenegro nasceu no Rio de Janeiro RJ em 15 de Março de 1956. Mudou-se aos sete anos de idade para São João del Rei MG, onde, ouvindo os seresteiros locais, teve um contato mais próximo com a música. Nessa época, ganhou seu primeiro violão e compôs sua primeira musica, Lenheiro. Aos nove anos voltou para o Rio de Janeiro, e em 1970 mudou-se para Brasília DF, onde começou a participar de festivais universitários de música.


publicado por felismundo às 08:00
link do post | comentar | ver comentários (5) | favorito
Sexta-feira, 19 de Março de 2010

CESTAS DE POESIA - 2

O meu amigo e irmão, "zegarr", mandou-me este poema/reflexão, que não pude deixar de publicar.

Ele  vem, sem dúvida, enriquecer a minha "cesta de poesias".

 

http://www.blogtribuna.com.br/Literatura/ImageBank/FCKEditor/image/mario%20de%20andrade%20por%20lasar%20segall.gif

"Escrevo sem pensar, tudo o que o meu inconsciente grita. Penso depois: não só para corrigir, mas para justificar o que escrevi."

Mário de Andrade

Biografia Mário de Andrade

Mário Raul de Morais Andrade (1893 - 1945) foi um poeta, romancista, crítico de arte, musicólogo e ensaísta brasileiro. Foi um dos criadores do modernismo no Brasil.

Nascido em São Paulo, em meios aristocráticos, foi na música que Mário de Andrade começou a sua carreira artistica, formando-se em Música no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, onde seria professor de História de Música.

O seu contato com a literatura começou cedo, em críticas escritas para jornais e revistas. Publicou o primeiro livro assinado com o pseudônimo Mário Sobral: "Há Uma Gota de Sangue em Cada Poema" (1917).

Junto com Oswald e outros intelectuais, Mário ajudou a preparar a Semana de Arte Moderna de 1922, onde ganhou notoriedade. Respirou como ninguém os ares do novo movimento, vindo a publicar Paulicéia Desvairada (1922), o primeiro livro de poesias do Modernismo.

"Amar, Verbo Intransitivo" (1927), foi o seu primeiro romance.

 

O valioso tempo dos maduros

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam
poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram,
cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir
assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar
da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo
de secretário geral do coral.

'As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência,
minha alma tem pressa...
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana,
muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade,
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,

O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!


publicado por felismundo às 08:05
link do post | comentar | ver comentários (5) | favorito
Sexta-feira, 31 de Julho de 2009

CESTAS DE POESIA

 As "Cestas de Poesia" desta semana, vira-se para a poesia "Popular" e, por isso vos deixo não um, mas dois exemplos para se divertirem.

 

 

 

Depois deste exemplo, agora um outro, muito mais próximo.

 

 

 


publicado por felismundo às 07:00
link do post | comentar | ver comentários (6) | favorito
Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

QUEM NOS PODE EXPLICAR?

Assim, sem mais, respiguei do Diário de Notícias - Artes e fiquei como que sem folego para dizer mais qualquer coisa. Limitei-me a fazer "copy paste" da notícia, com um cumprimento especial ao DN.

 

"A viver no Brasil

Maria João Pires renuncia à nacionalidade portuguesa

<input ... ><input ... >

Maria João Pires renuncia à nacionalidade portuguesa

A notícia foi avançada pela Antena 2, depois de a pianista ter revelado ao jornalista Paulo Alves Guerra a intenção de se tornar uma cidadã brasileira.

A mais internacional e premiada pianista portuguesa quer renunciar à nacionalidade devido aos "coices e pontapés que tem recebido do Governo português".

A decisão da artista de 65 anos, instalada em Salvador da Baía, no Brasil - onde tem autorização de residência - foi motivada pelos problemas de apoios e financiamentos ao projecto educativo  que fundara em Belgais, Castelo Branco. A filha de Maria João Pires, Joana Pires, que preside neste momento à associação, deverá manter o espaço, ainda grande parte dos materiais tenham sido arrestados no passado mês de Junho por ordem judicial.

Já em 2006, Maria João Pires dizia ser "vítima de uma verdadeira tortura" e anunciava a partida para o Brasil, onde iria "respirar" e salvar-se "dos malefícios" que Portugal lhe estava a fazer. "Sofri fisicamente todos aqueles anos em que me dediquei ao projecto e tentei fazer tudo, e não consegui... no fundo, não consegui mais do que um começo", lamentou na altura."

 

Gostava que o Ministro da Cultura, dissesse qualquer coisa, sobre este assunto!!!
 


publicado por felismundo às 20:13
link do post | comentar | ver comentários (6) | favorito
Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

CESTAS DE POESIA

 

 

 

 

Poesia Matemática

Millôr Fernandes


Às folhas tantas
do livro matemático
um Quociente apaixonou-se
um dia
doidamente
por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
e viu-a do ápice à base
uma figura ímpar;
olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo retangular, seios esferóides.
Fez de sua uma vida
paralela à dela
até que se encontraram
no infinito.
"Quem és tu?", indagou ele
em ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode me chamar de Hipotenusa."
E de falarem descobriram que eram
(o que em aritmética corresponde
a almas irmãs)
primos entre si.
E assim se amaram
ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação
traçando
ao sabor do momento
e da paixão
retas, curvas, círculos e linhas sinoidais
nos jardins da quarta dimensão.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidiana
e os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E enfim resolveram se casar
constituir um lar,
mais que um lar,
um perpendicular.
Convidaram para padrinhos
o Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
sonhando com uma felicidade
integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones
muito engraçadinhos.
E foram felizes
até aquele dia
em que tudo vira afinal
monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum
freqüentador de círculos concêntricos,
viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
uma grandeza absoluta
e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, Quociente, percebeu
que com ela não formava mais um todo,
uma unidade.
Era o triângulo,
tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era uma fração,
a mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser
moralidade
como aliás em qualquer
sociedade.


Texto extraído do livro "
Tempo e Contratempo", Edições O Cruzeiro - Rio de Janeiro, 1954, pág. sem número, publicado com o pseudônimo de Vão Gogo

 

NOTA : Para saber mais sobre o autor, ver aqui.


publicado por felismundo às 07:00
link do post | comentar | ver comentários (7) | favorito
Sábado, 16 de Maio de 2009

NOTÍCIAS DE JORNAIS

 Torna-se-me difícil, nos tempos que correm , escolher notícias que se ma revelem de tão grande interesse e importância, que mereçam relevância.

Hoje, contudo, uma merece-me esta referência, está aqui. Edgar Rodrigues, um nome e uma vida a investigar.


publicado por felismundo às 00:09
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Domingo, 1 de Fevereiro de 2009

MÚSICAS DE DOMINGO

 Hoje a música é outra.

É uma onda de ternura imensa e devo realçar que foi uma benção especial que me foi enviada por uma amiga que não esqueço, a Teresa Colaço. Para ela os meus agradecimentos.

 

 

 


publicado por felismundo às 07:00
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito

.mais sobre mim


. ver perfil

. seguir perfil

. 9 seguidores

.pesquisar

 

.Outubro 2013

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
15
16
17
18
19

21
22
23
24
25
26

27
28
29
30
31


.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. QUANDO TEREMOS POR CÁ UM ...

. MÚSICA PORQUE É DOMINGO

. CESTAS DE POESIA

. CESTAS DE POESIA

. CESTAS DE POESIA - 2

. CESTAS DE POESIA

. QUEM NOS PODE EXPLICAR?

. CESTAS DE POESIA

. NOTÍCIAS DE JORNAIS

. MÚSICAS DE DOMINGO

.arquivos

. Outubro 2013

. Junho 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Novembro 2012

. Setembro 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

.últ. comentários

Meu caro Armando Facadinhas, só hoje dei pelo teu ...
Meu caro Armando, é com todo o gosto que te vejo p...
boa tarde é armando facadinhas câmara municipal d...
Salvé o retorno à blogosfera. As nossas ausências ...
Tens toda a razão, o esquecimento é uma coisa cont...
Boa recordação.É uma pena estes nomes irem caindo ...
Parecendo que não, duplicou o drama!!!
Oportuno, realmente.Ainda era o marido a trabalhar...
Olá.Um belo poema de António Ramos Rosa.A 1ª vez q...
Na verdade o abandono dos blogs também me tocam......

.links

SAPO Blogs

.subscrever feeds