Sábado, 8 de Junho de 2013

...

Manuel Ribeiro de Pavia (Pavia, Mora, 19 de Março de 1907Lisboa, 19 de Março de 1957) foi um pintor e ilustrador português, neo-realista.

É especialmente conhecido como ilustrador, domínio onde exerceu influência determinante nas modernas artes gráficas portuguesas, quer através de capas, quer de ilustrações que realizou para obras de escritores seus contemporâneos

 

Assim, como ele era, simplesmente, um Alentejano!


publicado por felismundo às 13:08
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Sexta-feira, 1 de Outubro de 2010

CESTAS DE POESIA

«Saudades do Carlos de Oliveira», acrílico s/ tela, 53 x 45, 1988, col. particular. Exposto na Galeria Nasoni (1989), em Vila Franca de Xira (1991), na exposição Carlos de Oliveira (1992).

«Saudades do Carlos de Oliveira», acrílico s/ tela, 53 x 45, 1988,

col. particular. Exposto na Galeria Nasoni (1989), em Vila Franca de Xira (1991),

na exposição Carlos de Oliveira (1992).

 

 

Carlos de Oliveira (Belém do Pará, 10 de Agosto de 1921 — Lisboa, 1 de Julho de 1981) foi um escritor português.

Filho de emigrantes portugueses, só viveu no Brasil os dois primeiros anos de vida: em 1923, os seus pais regressam a Portugal, acabando por se fixar na região de Cantanhede, mais precisamente na aldeia de Febres, onde seu pai exercia medicina. Em 1933 muda-se para Coimbra, cidade onde permanece durante quinze anos, a fim de concluir os estudos liceais e universitários. Ingressa na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra em 1941, onde estabelece amizade, convívio intelectual e solidariedade ideológica e política com outros jovens, entre os quais Joaquim Namorado, João Cochofel e Fernando Namora.

Em 1942 publica o seu primeiro livro de poemas Turismo, com ilustrações de Fernando Namora, integrado na colecção Novo Cancioneiro e em 1943 publica o seu primeiro romance, Casa na Duna. Em 1944, o romance Alcateia, será apreendido, lançando nesse mesmo ano a segunda edição de Casa na Duna.

Em 1945 publica um novo livro de poesias, Mãe Pobre. Os anos 1945 e seguintes serão, para Carlos de Oliveira, bem profícuos quanto à integração e afirmação no grupo que veicula e auspera por um “novo humanismo”, com a participação nas revistas Seara Nova e Vértice e a colaboração no livro de Fernando Lopes Graça Marchas, Danças e Canções – colectânea de poesias de vários poetas, musicadas por aquele, canções que vieram a ser conhecidas por “heróicas”.

Termina em 1947 a sua Licenciatura em Ciências Histórico-Filosóficas, e no ano seguinte instala-se definitivamente em Lisboa, não deixando, contudo, de se deslocar periodicamente a Coimbra e à Gândara. Em 1949 casa com Ângela, jovem madeirense que conhecera na Faculdade, que será sua companheira e colaboradora permanente.

Em 1953 publica Uma Abelha na Chuva, o seu quarto romance e, unanimemente reconhecido como uma das mais importantes obras da literatura portuguesa, estando integrado nos conteúdos programáticos da disciplina de português no ensino secundário.

Em 1957 organiza, com José Gomes Ferreira, numa abordagem do imaginário popular os dois volumes de Contos Tradicionais Portugueses, alguns deles posteriormente adaptados ao cinema por João César Monteiro.

Em 1968 publica dois novos livros de poesia, Sobre o Lado Esquerdo e Micropaisagem e colabora com Fernando Lopes no filme por este realizado e terminado em 1971, Uma Abelha na Chuva, a partir da obra homónima. Publica em 1971 O Aprendiz de Feiticeiro, colectânea de crónicas e artigos, e Entre Duas Memórias, livro de poemas, pelo qual lhe é atribuído no ano seguinte o Prémio de Imprensa. Em 1976 reúne toda a sua poesia em Trabalho Poético, dois volumes, apresentando os livros anteriores, revistos, e os poemas inéditos de Pastoral, livro que será publicado autonomamente no ano seguinte. Publica em 1978 o seu último romance Finisterra, paisagem povoada de inspiração gandaresa, obra que lhe proporciona a atribuição do Prémio Cidade de Lisboa, no ano seguinte.

Morre na sua casa em Lisboa a 1 de Julho de 1981.

 

Soneto da Chuva

 

Quantas vezes chorou no teu regaço
a minha infância, terra que eu pisei:
aqueles versos de água onde os direi,
cansado como vou do teu cansaço?
Virá abril de novo, até a tua
memória se fartar das mesmas flores
numa última órbita em que fores
carregada de cinza como a lua.
Porque bebes as dores que me são dadas,
desfeito é já no vosso próprio frio
meu coração, visões abandonadas.
Deixem chover as lágrimas que eu crio:
menos que chuva e lama nas estradas
és tu, poesia, meu amargo rio.

Carlos de Oliveira, in 'Terra de Harmonia'


publicado por felismundo às 09:58
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Sábado, 12 de Junho de 2010

NOS SÁBADOS, PINTURA

Para que saibam, chama-se RUI ALVES e é alentejano, de Estremoz.

 

 

sinto-me:

publicado por felismundo às 10:10
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Sábado, 27 de Março de 2010

NOS SÁBADOS, PINTURA

 

De novo Amadeo de Souza Cardoso
sinto-me:
música: Cesária Évora - Beijo de Longe - Café Atlântico

publicado por felismundo às 08:00
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Sábado, 6 de Março de 2010

NOS SÁBADOS, PINTURA

 .

Pedro Charters d'Azevedo

.

 

 

00320, 2010
Carnal
Acrílico sobre tela
120 x 100 cm

 

P. Charters d'Azevedo, nasceu em Lisboa a 3 de Novembro de 1946.
De formação autodidacta, começou a desenhar e a pintar regularmente em 1998. Iniciou a sua actividade pública em 1999, dedicando-se em exclusivo à pintura a partir de 2000. Em 2001 inscreve-se no Curso de Pintura da “Sociedade de Belas Artes”, que frequenta, mas que não termina. Tendo até hoje realizado algumas dezenas de exposições.


publicado por felismundo às 08:00
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Sábado, 28 de Novembro de 2009

NO SÁBADO, PINTURA!

Neste Sábado de Inverno, deixo-vos com Almada Negreiros

 

http://1.bp.blogspot.com/_EEwpx_2wmJ0/SuhvMAz6BqI/AAAAAAAAD0U/Owt5vGXqpvc/s400/Fernando%2BPessoa%2Bby%2BAlmada%2BNegreiros.jpg

Almada Negreiros: Retrato do Poeta Fernando Pessoa, 1954.

 

negreiros6g.jpg

Almada Negreiros - Maternidade  1935

 


publicado por felismundo às 08:49
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Sábado, 21 de Novembro de 2009

NO SÁBADO, PINTURA!

AMADEU DE SOUZA CARDOSO

 

 Amadeo de Souza Cardoso

Artista plastico - Amadeo de Souza Cardoso

Nasceu a 14 de Novembro de 1887 em Manhufe, concelho de Amarante. Frequentou a Academia de Belas Artes de Lisboa em 1905, tentando seguir o curso de Arquitectura que interrompeu para partir para Paris, em 1906, instalando-se, então, em Montparnasse. Frequentou ateliers preparatórios para o concurso de admissão às Beaux-Arts parisienses, ainda, com destino a Arquitectura, vindo, no entanto, a dedicar-se exclusivamente à Pintura, tendo frequentado a Academia Viti do pintor espanhol Anglada Camarasa. Nesta primeira época realizou várias caricaturas e algumas pinturas marcadas por aspectos naturalistas e impressionistas. Em 1910 fez uma estadia de alguns meses em Bruxelas e em 1911 expôs trabalhos no Salon des Indépendants, em Paris, havendo-se aproximado progressivamente das vanguardas e de artistas como Modigliani, Brancusi, Archipenko, Juan Gris, Robert e Sonia Delaunay. Em 1912 publicou o álbum XX Dessins e expôs no Salon des Indépendants e no Salon d’Automne. Em 1913 tomou parte, com oito trabalhos, nos Estados Unidos da América, no Armory Show, aí restando algumas das obras expostas, hoje patentes ao público nos museus americanos. Nesse ano participou ainda no Herbstsalon da Galeria Der Sturm, em Berlim. Em 1914 encontrou-se em Barcelona com Gaudi, parte para Madrid onde é surpreendido pela guerra. Regressou a Portugal, instalando-se em Manhufe e casou no Porto com Lucia Pecetto que conhecera em Paris, já, em 1908. Pintou com grande constância, refez algumas obras no seu atelier da Casa do Ribeiro, cultivou a amizade com Eduardo Viana, Almada Negreiros e os Delaunay (que então se instalaram em Vila do Conde). Em 1916 expõe no Porto 114 obras como título Abstraccionismo que serão também expostas em Lisboa, num e noutro caso com novidade e algum escândalo.

Em 25 de Outubro de 1918 Amadeo morre em Espinho vítima da "pneumónica" que então grassava em Portugal, apenas com a idade de 31 anos.


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Sábado, 7 de Novembro de 2009

NO SÁBADO, PINTURA!

Hoje não estarei por cá, vou à capital do Império, pois tenho um encontro marcado às 19h30, na Culturgest.

Apesar de tudo, aqui vos deixo um pouco do meu gosto.

 

http://www.almaleh.com/art/bosch-9.jpg


publicado por felismundo às 08:00
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Sábado, 10 de Outubro de 2009

NO SÁBADO, PINTURA!

Assim, só para arregalar os olhos...

 



Hieronymous Bosch - As tentações de Santo António (aprox. 1501) - Painel central do tríptico exposto no Museu Nacional de Arte Antiga


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Sábado, 22 de Agosto de 2009

NO SÁBADO, PINTURA!

Hoje, deixo-vos com um pintor que me é muito chegado...

 

 

Armando Alves

                                

 

Paisagem, óleo s/ tela, 40x30, 2004

 

Armando Alves (2)

 

Paisagem, óleo s/ tela, 45x50, 2006

 


publicado por felismundo às 10:57
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