Quarta-feira, 16 de Abril de 2008
Este é o lema de uma campanha, em boa hora levada a efeito, pelo Governo Regional, Inatel e Sata.
Para se efectuarem estas viagens é necessário que, um pequeno grupo de trabalhadores, leve a cabo, convenientemente as tarefas que lhes forem confiadas. Trata-se de entrosar, de assistir, de contactar, uma parcela de população, para que, depois de uma vida de trabalho, possa viajar e disfrutar, por uma semana ,das belezas destas Ilhas, em grupos eterogéneos e que, devidamente enquadrados e acompanhados, se vão, durante uma semana, sentir gente. Isto porque, reconhecidas as suas carências, lhes foi proporcionado um tempo e um estar, igual ou semelhante aos que a vida, não engeitou.
Acontece que têm que ser contratadas, pessoas externas que, trabalhando a "recibo verde", vão colmatar as deficiências e as carências.
Essas pessoas, necessitam de ser pagas e então o INATEL, entidade com responsabilidade nas viagens e alojamentos, é quem contrata os trabalhadores que assistem e enquadram os viajantes, quer nos inícios das viagens como, nas suas passagens pelos aeroportos, em trânsito, para o seu destino.
Não está em causa a tabela de pagamentos, que apesar de nada relevante, é ao menos do conhecimento antecipado, de quem acede a trabalhar. O problema, está, na imensidão de impressos que, quem trabalha, tem de fazer, para conseguir receber os míseros Euros que nos são devidos e aguardar que, em LISBOA, se decida pela sua correcta execução e ordene que se pague.
Num estadio em que as novas tecnologias, aparecem e simplificam os procedimentos, o papel continua a ser o garante da execução de pagamentos de somenos importâncias.
Por cada viagem tem, o "transferista", que fazer três mapas, em que um é a repetição do outro. Se, ao menos, houvesse papel químico, só se escrevia uma vez, mas não, têm que ser elaborados, um por um, enviados para Lisboa depois de serem vistoriados pelas Delegações Regionais e, esperar que a Capital do Império, dê a ordem, para ser pago.
Se, quem trabalha e se entrega de alma e coração para o êxito de uma ideia que sente e constacta que é certa e correcta, tivesse a oportunidade de questionar as condições de trabalho que lhes facultam e as retribuições que dizem ser justas, certamente que, este programa, não tinha ainda começado.
Sob pena de reverter negativamente para o Governo Regional, esta dependência, incongruente, de Lisboa, bom seria que os métodos, fossem aligeirados, ou "SIMPLEXIZADOS" .
De
emiele a 17 de Abril de 2008 às 08:24
Mas a luta contra a burocracia parece estar ainda nos primeiríssimos passos! Dá a ideia que o papel (e quanto mais melhor!) aumenta a confiança no trabalho que se faz.
Que as coisas devam ser escritas e avaliadas, estou cem por cento de acordo, muitas vezes há confusões e erros exactamente por muita gente ter fobia a escrever. Mas as repetições, os formulários, a tal "papelada" no pior sentido, é um dos defeitos que mais difícil tem sido erradicar.
A iniciativa de que falas parece extremamente interessante. Quando referes 60+ queres dizer que é para maiores de 60? E o que é preciso fazer-se?
É exactamente um programa para séniores, maiores de sessenta anos, aos quais se dá a oportunidade de viajarem e permanecerem, nas chamadas Ilhas da Coesão, as mais deprimidas, por uma semana. As inscrições processão-se, na Segurança Social, nas Juntas de Freguesia, dando preferência aos de menor rendimentos. Verificados os critérios e aprovados os viajantes, (há um número limite de viagens), há que pagar uma quantia simbólica
Com tal quadro, é necessário que sejam enquadrados e ajudados nos trâmites, dos aeroportos, cada vez mais rigorosos, daí a função dos tais "transferistas", absolutamente necessária e enriquecedora, para os dois lados.
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