Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009
De
Emiéle a 20 de Fevereiro de 2009 às 10:18
Este é um poema que muitos de nós conhecem de cor!
Nem sei se a seguir ao Pedra Filosofal, e Lágrima de Preta, não será o mais conhecido.
E tão a propósito hoje em dia, não é?...
Tinha-o, em poster na parede da minha casa em Moçambique, dado por uma grande amiga, que já partiu.
Tens razão estes poemas acompanharam-nos, desde que apareceram e a sua carga emotiva e de simplicidade, era tão grande, que ainda hoje conseguem ter o mesmo efeito. Depois o facto do "cientista" Rómulo de Carvalho, ser, ele próprio, o poeta António Gedeão e o facto de aqui se ter tornado o seu leitor, motivou-me a publicá-lo.
Galileu, um homem muito à frente do seu tempo; quando se tornou indesejado foi o que se viu. Como este filme é recorrente e transversal às eras...
Gedeão, com traço escorrido, ilustra-lhe os passos.
É o que este mundo, faz a quem os incomoda.
Por isso a necessidade de, como diz o Sérgio Godinho, "lhes trocarmos as voltas"!!!
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