Sábado, 21 de Fevereiro de 2009

NO SÁBADO, PINTURA!

 

A cor a transbordar do 

Fauvismo


publicado por felismundo às 07:00
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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

CESTAS DE POESIA - 2

De volta com os meus papéis, dei com uma publicidade a uma peça que a "BARRACA" levou à cena.

Trata-se de, "O INCORRUPTÍVEL", de Helder Costa, com Gil Filipe e Rita Fernandes.

No verso, está um poema que vou divulgar:

 

 Nós havemos de corromper...

 Nós havemos de corromper...

 Nós havemos de corromper...

 

Sorriso aqui, mentira acolá

Um favor, um segredo

Uma intriga a perceito

Ir para a frente sem medo

 

A vida não é só galhofa

Quero tudo na mão

Se não for eu é outro

Pois viva a corrupção!

 

Nós havemos de corromper...

Nós havemos de corromper...

Nós havemos de corromper...

 

 


publicado por felismundo às 11:30
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CESTAS DE POESIA

Hoje vamos ter António Gedeão dito por, Rómulo de Carvalho!

 

 

 


publicado por felismundo às 07:00
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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

ÁS QUINTAS, GASTRONOMIA!

 

 

Como o tempo por aí está bom, sugiro uma ida à Ilha de Faro e comer um pratinho, assim !

 

Arroz de Lingueirão

 

 

 

 

Ingredientes:
Para 4 pessoas

  • 1,2 kg de lingueirão ;
  • 400 grs de arroz ;
  • 1 dl de azeite ;
  • 100 grs de cebolas ;
  • 2 dentes de alho ;
  • 1 folha de louro ;
  • 3 cravos de cabecinha ;
  • 200 grs de tomates frescos ;
  • 1 pimento verde pequeno ;
  • 200 grs de azeitonas pretas ;
  • 1 dl de vinho branco seco ;
  • sal q.b. ;
  • pimenta q.b. 

 

 

Confecção:

 

Lave bem os lingueirões em água fria.
Pique os alhos e a cebola muito fino. Retire os pés aos tomates e escalde estes em água quente. Depois, tire-lhes a pele e as sementes e corte em dados pequenos. Em seguida, retire, também, as sementes ao pimento, lave-o e corte igualmente em dados pequenos.
Leve um tacho ao lume. Ponha dentro os lingueirões e cubra com água, até abrirem.
Depois de abertos, retire os miolos do lingueirão e lave os mesmos para libertar de impurezas.
Passe o caldo onde cozeu os lingueirões por um passador fino, para dentro duma tijela.
Lave o tacho e leve novamente ao lume. Coloque dentro o azeite e deixe aquecer. Em seguida, deite os dentes de alho, a cebola, a folha de louro e os cravos de cabecinha.
Deixe alourar mexendo com uma colher de pau. Adicione o pimento e os tomates. Junte o vinho e deixe refogar. Adicione, também, o caldo onde cozeu os lingueirões e os miolos.
Deixe ferver. Junte o arroz, tempere com sal e pimenta e coza cerca de 15 minutos no forno.
Depois de cozido emprate em recipiente próprio. Decore com azeitonas.

Conselho: O arroz deverá ser metade do volume do caldo. Quando se pretende um arroz enxuto use três partes do caldo por duas de arroz.


fonte
: Região de Turismo do Algarve


publicado por felismundo às 07:00
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Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009

"QUARTA"

 "Quarta - Cada uma das quatro partes em que a unidade pode dividir-se; a quarta parte de qualquer medida de peso ou de capacidade; bilha".

Depois desta explicação, fornecida pelo Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa, de Rodrigo Fontinha e revisto pelo Dr. Joaquim Ferreira, fica aberto caminho para iniciar uma nova rubrica. 

 

Deixo-vos com um filme, uma Curta-Metragem, premiada em 2008 em Cannes.

 

 


publicado por felismundo às 10:26
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Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

UM POEMA, UM POETA!

 Ao falar de Moçambique, tenho forçosamente que falar do Alentejo, a minha outra TERRA!

 

Falo-vos de um amigo, que é poeta e que tem uma queda, muito grande, para  o SONETO, género que o António Simões, maneja com mão de mestre.

Vejam:

 

SONETO DE ÁGUA

 

Vou encher este soneto de água

(Quando estiver cheio é uma piscina)

Depois, vou ver de minha alma e trago-a

P'ra banhar-se na água que imagina

 

Entramos de mão dada, depois largo-a,

(Contra o que o bom senso determina!)

E deixo-a diluir angústia e mágoa

P'ra que volte à leveza de menina.

 

Na água de si mesma, que é só alma

Nessa frescura antiga ela se acalma,

E ao vê-la assim tão feliz, prometo

 

Que a partir de agora, hei-de manter

Para recreio da alma e seu prazer, 

Sempre cheio de água este soneto.

 

António Simões

 

NOTA: António Simões, nasceu em Beringel (Beja) a 29 de Novembro de 1934. Licenciou-se em Filologia Germânica pela Universidade de Coimbra. Vive em Estremoz desde 1962, onde foi professor efectivo da Escola Secundária  Raínha Santa Isabel.

publicado por felismundo às 11:28
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MÚSICAS DE DOMINGO

 Um tanto ou quanto fora de horas, não podiam deixar de estar presentes, estas Músicas de Domingo.

Ontem estive na inauguração de uma exposição de escultura, do artista açoriano Álvaro França, no Centro Cultural da Caloura, de que já vos falei, em tempos, e não tive tempo para aqui deixar a Música que queria.

Agora sim e é esta, que nos remete para Moçambique.

O autor, compositor e interprete é o André Cabaço.

 

 

 


publicado por felismundo às 11:22
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Sábado, 14 de Fevereiro de 2009

NO SÁBADO, PINTURA!

 Já por cá passou se bem que associado à poesia, hoje uma pequena mostra de todo o talento de: FRANCISCO GOYA

A música é de Ravel

 

 

 


publicado por felismundo às 07:00
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Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

AFINAL, QUE SE PASSA?

 Acabo de ver este vídeo de notícias.

 

http://tvnet.sapo.pt/vid_cia/vid.html

 

Afinal que se passa?

Nada?

Ninguém sabe de nada?

Como é?

Vamos aguardar pelos últimos desenvolvimentos que, a serem cumpridas as datas, já deve estar para breve.

Todos nós necessitamos SABER!

Todos nós precisamos SABER, PARA PODER DECIDIR!


publicado por felismundo às 10:44
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CESTAS DE POESIA

Tenho uma amiga que sem nada me pedir, suscitou-me a necessidade de publicar, neste espaço, um poeta, demasiadamente esquecido, para não ser referênciado.

Obrigado AB!

Depois, ele, como nós, era alentejano,

Refiro-me a ANTÓNIO GANCHO!

 

Um poema de António Gancho

antonio_gancho.jpg

 

Música

A música vinha duma mansidão de consciência
era como que uma cadeira sentada sem
um não falar de coisa alguma com a palavra por baixo
nada faria prever que o vento fosse de azul para cima
e que a pose uma nostalgia de movimento deambulante
era-se como se tudo por cima duma vontade de fazer uma asa
nós não movimentamos o espaço mas a vida erege a cifra
constrói por dentro um vocábulo sem se saber
como o que será
era um sinal que vinha duma atmosfera simplificante
silêncio como um pássaro caído a falar do comprimento.

António Gancho (1940-2006)

 

Nota:

Em 4 de Janeiro de 2006, o D.N. , na sua rúbrica "Artes", escrevia assim:

 


obituário
António Gancho
escritor

Morreu o "poeta nocturno"

"Os meus livros, leiam-os e depois digam-me alguma coisa", escreveu. Morreu no Telhal, onde escrevia e vivia há 38 anos

isabel lucas
   
Dizem que morreu a rir e diz-se que foi de ataque cardíaco, na passada segunda-feira, após 38 anos de internamento na Casa de Saúde do Telhal. Pouco se sabe acerca das circunstâncias da morte do poeta 'louco', como pouco se soube da sua vida e da obra, escrita integralmente no manicómio. "Foi muito mal tratado pela sociedade. É mais um caso de abuso psiquiátrico, de miséria nacional e institucional", disse ao DN o pintor Álvaro Lapa, conterrâneo de António Gancho, que lhe arranjou editor quando o então novel poeta o informou de que tinha um livro por publicar. "Era um homem de grande lucidez poética", como o retrata Manuel Rosa, da Assírio & Alvim, a editora que publicou aquela que é considerada a grande obra de António Gancho, O Ar da Manhã, em 1995. Um livro que, segundo o poeta, "são quatro livros" num volume O Ar da Manhã, Gaio do Espírito, Poesia Prometida e Poemas Digitais de onde se destaca este "Noite, vem noite sobre mim sobre nós/ dá repouso absoluto de tudo/ traz peixes e abismos para nos abismarmos/ traz o sono traz a morte..."

António Luís Valente Gancho nasceu em Évora em 1940 e desde os 20 anos que correu várias instituições psiquiátricas. Dizia ser Luiz Vaz de Camões, Bocage, Kafka, Pessoa e todos os escritores que admirava. Dizia ainda que não sabia por que escrevia, que o escritor "só pode ser escritor quando já nasceu escritor" e que "a imaginação é tudo. É ela que deve estar ao comando da inspiração, quero dizer, a inspiraçao deve comandar a imaginação do autor, do escritor, do poeta." (in A Phala, n.º45).

Gancho tinha então 45 anos e foi apresentado como uma "revelação sólida da poesia". Antes, já Herberto Helder o dera a conhecer, com uma selecção de 11 poemas, em Edoi Lelia Doura das Vozes Comunicantes da Poesia Moderna Portuguesa (Assírio & Alvim). E é a Herberto Helder que Manuel Rosa recorre quando se lhe pede para classificar a poesia intensa e de matriz surrealista de António Gancho "Era um poeta nocturno". Álvaro Lapa fala de "uma poesia nada construída, muito espontânea".

publicado por felismundo às 07:00
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