Sábado, 16 de Maio de 2009

NOTÍCIAS DE JORNAIS

 Torna-se-me difícil, nos tempos que correm , escolher notícias que se ma revelem de tão grande interesse e importância, que mereçam relevância.

Hoje, contudo, uma merece-me esta referência, está aqui. Edgar Rodrigues, um nome e uma vida a investigar.


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Sexta-feira, 15 de Maio de 2009

ISAÍAS ANTÓNIO PARREIRA

A notícia chegou, assim, seca, como a terra que nos acolhe.

"Morreu o Isaías!"

 

Daqui vai, o meu reconhecimento para um homem que soube elevar bem alto os costumes e as tradições da nossa terra comum, ESTREMOZ.

 

Para a família e amigos, os meu sentimentos e o desejo sincero de que saibamos, todos, ser dignos da sua obra e que a melhor forma de o fazer será prepétuar o ícone que é, a "ADEGA DO ISAÍAS".

 

 

 

  

Isaías António Parreiras


"Filho de Silvina Mendes Jorge e de José Marcos, foi o segundo mais velho da família. Nascido a 2 de Fevereiro de 1937, foi baptizado com o nome de Isaías, por ter sido apadrinhado por um tio com o mesmo nome. Antes do nascimento dos filhos, José Marcos Parreira, pai de Isaías, terá alugado o prédio, onde hoje se localiza a Adega, sendo a parte de cima para habitação e a parte de baixo para a produção do vinho para venda na taberna, que era sempre acompanhado de petiscos dos mais simples, conforme aqueles tempos, muito duros e difíceis. Para além deste negócio, o pai de Isaías tinha também um pequeno comércio de materiais de construção, fabricados num telheiro, onde se fazia telha e tijolo de forma de artesanal. Isaías António concluiu com êxito o Curso Comercial, sem nunca deixar de estar envolvido naquele ambiente de copos e petiscos. Porém, tinha ainda tempo para estar ligado à Sociedade Artística Estremocense (União) e ao Clube de Futebol de Estremoz, durante cerca de 25 anos, primeiramente como praticante de algumas modalidades desportivas e mais tarde com cargos directivos de alguma responsabilidade. Quando o pai faleceu, no dia 8 de Janeiro de 1957, tinha Isaías 19 anos e estava matriculado em Lisboa num Curso ligado à área comercial. Perante esta situação, Isaías opta por não deixar a família, já que nestas circunstâncias e com tempos tão difíceis, a herança deixada por seu pai, foi uma vida de muito trabalho cheia de encargos e compromissos a respeitar. A sua vida foi seguindo o seu curso normal, nem sempre um mar de rosas é certo, mas lá foi continuando. Isaías sempre se revelou um homem muito criativo, quando por exemplo fazia petiscos com amigos enquanto fabricava o vinho e ao mesmo tempo o telheiro, essas “brincadeiras” eram depois transportadas para a Adega, para serem comercializadas. Depois de sua mãe fazer as partilhas, Isaías decide comprar às irmãs a sua parte e assim torna-se dono da Adega que antes tinha o nome de Zé da Glória e passa a ter a designação de Adega do Isaías. Isaías Parreiras participa em diferentes certames gastronómicos de pequena dimensão, até que é convidado a participar naquele que se viria a tornar o maior de todos, o Festival Gastronómico de Santarém, onde durante vários anos participou e ganhou vários prémios, louvores e menções honrosas, sendo de destacar o 1º Prémio Nacional de Gastronomia. Este acontecimento veio trazer-lhe ainda mais prestígio, tanto a nível nacional, como internacional. Foi um dos responsáveis pela criação da “Cozinha dos Ganhões de Estremoz”, um dos maiores eventos gastronómicos do Alentejo. Certamente que muito mais fica por dizer, porque ao longo de mais de 50 anos como proprietário da Adega, muitas histórias aconteceram, que se podem contar na vasta colecção de prémios obtidos, reportagens jornalísticas, em Jornais e Revistas e nas paredes da sua Adega, para além das inúmeras figuras públicas que a ela ocorreram e que se tornaram amigos pessoais de Isaías António Parreiras. A Câmara Municipal atribui-lhe em 2007, a Medalha de Mérito Municipal - Grau Prata."

TEXTO RETIRADO DE: estremosmarca.com
 

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CESTAS DE POESIA

 

AINDA E SEMPRE, JOSÉ AFONSO!

 

Resolvi inserir este vídeo, nesta rúbrica, por uma simples razão: "Se isto não é poesia, o que é poesia?


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Quinta-feira, 14 de Maio de 2009

ÀS QUINTAS, GASTRONOMIA!

 

 


Sopa de Espargos Bravos


Ingredientes:
Para 4 a 6 pessoas

  • 1 molho grande de espargos bravos verdes ;
  • 1 molho de coentros ;
  • 2 dentes de alho pequenos ou 1 grande ;
  • 200 g de toucinho ;
  • 200 g de chouriço de carne ;
  • 2 colheres de sopa de vinagre ;
  • 1 colher de sopa de farinha ;
  • 400 g a 500 g de pão duro caseiro ou de segunda ;
  • sal

Confecção:

Pisam-se num gral (almofariz) os coentros e os alhos com sal grosso, de modo a obter-se uma papa.
Preparam-se os espargos, cortam-se em bocadinhos e escaldam-se com água a ferver.
Num tacho de barro fritam-se o toucinho cortado ás fatias e o chouriço ás rodelas. Retiram-se as carnes e no «pingo» que ficou fritam-se os espargos bem escorridos.
Quando estes estiverem bem fritos, junta-se a papa de alhos e coentros e por fim o vinagre. Deixa-se cozer mais um pouco. Rega-se tudo com água (cerca de 3 litros) e a farinha (a colher deve ser bem cheia) dissolvida num pouco de água fria. Deixa-se cozer tudo durante cerca de 15 minutos ou até a farinha deixar de saber a cru.
Corta-se o pão ás fatias ou aos quadrados para uma terrina e rega-se com a sopa. Abafa-se um pouco e serve-se com as carnes (chouriço e toucinho) à parte.


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Domingo, 10 de Maio de 2009

OS 25 ANOS DA MORTE DE JOAQUIM AGOSTINHO

 Passa hoje o vigésimo quinto aniversário da morte do maior ciclista português de todos os tempos, Joaquim Agostinho.

Para além da enorme admiração que tinha por ele, sucede que no fatídico dia da queda em Quarteira, 30 de Abril, estava eu em Loulé, para onde tinha sido transferido por motivos profissionais, e fui ver passar os ciclistas da Volta ao Algarve desse ano. Mal sabia eu que minutos depois, era noticiado o infausto acontecimento da, absurda, queda, motivada pelo atravessamento de um cão, e que lhe motivaria a morte, a 10 de Maio.

Para os que o conheceram e vibraram com os seus extraordinários feitos e para os outros que, não tendo o privilégio de o ter conhecido, o veneram, aqui vos deixo um exemplo, dos seus feitos em terras de França.

 

 

 


publicado por felismundo às 11:42
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MÚSICAS DE DOMINGO

 Neste 10 de Maio, em que a Galiza homenageia José Afonso, não poderia o "ESTOU NA SESTA", deixar passar a sua rubrica de Músicas, sem esta homenagem singela, aqui fica.

 

 

 


publicado por felismundo às 11:23
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A GALIZA HOMENAGEIA "JOSÉ AFONSO"

 

 

 

 

 

 

ZECA AFONSO - HOMENAGEADO NA GALIZA

 

 

Foi em 10 de Maio de 1972, que o Zeca cantou, pela primeira vez, no Burgo das Nacións,  em Santiago de Compostela, a célebre canção “Grândola Vila Morena”.

 

Passados 37 anos o município local - a expensas das solicitações de vários “cantadores”,  artistas galegos e povo anónimo da Galiza  e Portugal - sem deixar de referir a persistência do seu eterno amigo Benedicto - decidiu homenagear o trovador coimbrão, inscrevendo-o na toponímia do burgo.

 

Um gesto de solidariedade, de gratidão, de reconhecimento a um inesquecível cidadão português que nutria um especial afecto pela Galiza, especialmente, por Santiago de Compostela, onde tinha um especial grupo de amigos e muitos admiradores.

 

Eram tempos difíceis, quer em Portugal, quer em Espanha. Estávamos em pleno “marcelismo”, já em perfeita sintonia e continuidade com a ditadura salazarista e, em Espanha, o franquismo entrava no lento estertor que desembocaria na restauração de uma monarquia constitucional que, paulatinamente, com as forças políticas anti-franquistas, foi abrindo as portas à democracia.

 

Esta homenagem ao trovador e cantador de fados e baladas de Coimbra que, para além de um cidadão de causas nobres, um resistente anti-fascista,  utilizava a canção como uma arma e que, por obra do acaso ou não, o tornaram num dos símbolos do 25 de Abril. Por todas estas razões, esta distinção é um acto gratificante, um motivo de orgulho e de alegria, para todos os portugueses.

 

 

Deixo-vos aqui a transcrição da notícia original.

 

 

INAUGURACIÓN DA PRAZA DO ZECA AFONSO

 

O proximo 10 de Maio, domingo, às 12 da tarde, inaugurase unha praza dedicada ao nosso amigo, o cantor português, José Afonso.

Está situada no burgo das nacions, en Santiago de Compostela. Asistirá o Alcaide José Sánchez Bugallo e Zélia, a companheira do Zeca. Estan convidados todolos afonsianos que queiran asistir.

 

Texto da petição:

D. Xosé A. Sánchez Bugallo

Alcalde de Santiago de Compostela

Sr. Alcalde:

 

O pasado día 23 de febreiro cumpríronse 19 anos da morte en Setubal (Portugal) do artista portugués José Afonso. Músico, poeta e cantor, José Afonso acadou en tódalas súas actividades artísticas un nivel de calidade que o levou a ser considerado como unha das máis importantes figuras da música popular mundial.

 

José Afonso foi ademais un home solidario, un loitador incansable pola liberdade e un exemplo de compromiso cos máis desfavorecidos, mantendo ó longo da súa vida unha traxectoria éticamente exemplar.

José Afonso foi ademais un gran amigo de Galicia. Viaxou ó noso país en numerosas ocasións cantando en diversas cidades, entre elas Santiago, mantendo contactos con intelectuais e artistas e exercendo unha importante influencia na música galega.

 

A súa presencia xenerosa en intres de enorme dificultade para o noso país foi unha lección de solidariedade que non podemos nin debemos esquecer.

Estes motivos abondarían para que José Afonso fora merecedor de respecto e admiración por parte de tódolos galegos. Pero José Afonso escolleu ademais a cidade de Santiago para interpretar por vez primeira en público con carácter de estrea mundial a súa canción “Grândola, vila morena”, no recital celebrado no Burgo das Nacións na tarde do 10 de maio de 1972. Esa canción converteríase, sen el sabelo nin pretendelo, dous anos máis tarde no sinal e símbolo da Revolución do 25 de abril, que derrubou á dictadura e devolveu a liberdade ó pobo portugués nun dos acontecementos máis fermosos da historia contemporánea.

A canción “Grândola, vila morena” e a figura de José Afonso representan pois os mellores anceios de liberdade, igualdade e fraternidade que aniñan nos corazóns de tódolos demócratas, sentimentos que temos a obriga de promover e defender.

Por estes motivos, considerando que a nosa cidade ten unha débeda de gratitude con José Afonso, dirixímonos a Vde. para solicitar que promova as accións necesarias a fin de que o Concello de Santiago adopte o acordo de dar o nome de José Afonso a unha rúa ou praza da cidade.

Os promotores e comentarntes desta proposta queremos expresar ó Sr. Alcalde e ó Concello de Santiago a nosa vontade de colaborar nesta iniciativa na medida das nosas posibilidades, poñéndonos á total disposición das autoridades municipais.

Santiago, a 5 de maio de 2006

 


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Sábado, 9 de Maio de 2009

NO SÁBADO, PINTURA!

O pintor que hoje vos trago é um alentejano de Vila Viçosa, espero que gostem.

Informo que Henrique Pousão, de seu nome, teve uma vida extraordinariamente curta, mas profícua, como poderão constatar.

 

 

 

música: Erik Satie

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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009

CESTAS DE POESIA

 

José Régio

 

 

Cântico Negro

 

"Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...

A minha glória é esta:
Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém.
- Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe

Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...

Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?

Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...

Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.

Como, pois sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...

Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...

Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.

Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou.
É uma onda que se alevantou.
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
- Sei que não vou por aí!

José Régio, in 'Poemas de Deus e do Diabo'


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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

ÀS QUINTAS, GASTRONOMIA!

 


Creme de Camarão da Quarteira

Ingredientes:
Para 4 pessoas

  • 400 grs de camarão da Quarteira ;
  • 100 grs de cebolas ;
  • 250 grs de tomates frescos ;
  • 100 grs de manteiga ;
  • 1 ramo de salsa ;
  • 50 grs de farinha ;
  • 3 cls de «brandy» ;
  • 1 dl de natas ;
  • 1 folha de louro ;
  • sal q.b. ;
  • pimenta q.b. ou piripiri

Confecção:

 

 

Lave o camarão.
Leve um tacho ao lume, coloque nele o camarão, cubra com água e deixe cozer.
Retire-o depois de cozido e passe o caldo por um passador fino.
Descasque a cebola e corte fina. Escalde o tomate, retirando previamente o pé, limpe de peles e sementes e corte aos dados.
Lave o tacho e leve novamente ao lume. Deite dentro a manteiga, a cebola, o louro e o ramo da salsa. Deixe refogar.
Entretanto, escolha o camarão, retirando os miolos para um lado e as cabeças para outro.
Adicione a farinha ao refogado, mexa e deixe cozer alguns minutos, sem queimar.
Junte as cabeças dos camarões, esmague com o «brandy», puxe fogo e deixe flamejar. Junte, ainda, o tomate e o caldo obtido da cozedura do camarão. Deixe cozer.
Depois de cozido passe por um passador fino.
Adicione as natas bem ligadas e parte da manteiga.Mexa de forma a obter um creme bastante macio.
Corte o miolo dos camarões ao meio e guarneça o creme. Polvilhe com salsa picada.

Conselho: Poderá igualmente guarnecer com dados de pão, préviamente frito ou torrado.


fonte:
Região de Turismo do Algarve


publicado por felismundo às 10:48
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