Sábado, 17 de Julho de 2010

NOS SÁBADOS, ARTE!

JORGE VIEIRA ( n. Lisboa 1922- m. Estremoz 1998)

 

Escultura, gravura e desenho.

Curso de escultura da ESBAL (18 valores), estudou na Slade School of Fine Arts  em Londres sob a orientação de Henry Moore, F.E. Mc’ William e  Reg Butler (1954)

Considerado um dos mais importantes escultores portugueses do século XX pela força, sensualidade liberta e modernidade da sua extraordinária obra em terracota, bronze, ferro e pedra.

Premiado no Concurso Internacional do Prisioneiro Politico Desconhecido - Tate Gallery London (1952).

Tem uma vasta obra pública (Dois Grupos escultóricos Comptoir Suisse – Lausanne; Grupo escultórico – Pavilhão de Portugal em Osaka; Estação do Metro do Saldanha; “Homem Sol” na Expo, Lisboa; conjunto escultórico na Praça do Município em Lisboa; Monumento ao Prisioneiro Politico Desconhecido em Beja, entre muitas outras).

Realizou a sua exposição individual (escultura) na CAT em 30 de Agosto de 1985.

 

http://artepublica.blog.com/files/2008/04/jorge_vieira_mon_presos_pols.jpg

 

MONUMENTO AO PRISIONEIRO POLÍTICO DESCONHECIDO


publicado por felismundo às 08:00
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Sábado, 17 de Outubro de 2009

NO SÁBADO, PINTURA!

 Hoje, permitam-me, subverto um pouco as coisas e vou deixar-vos uma obra de um amigo, que não é pintura mas sim, escultura.

Ora vejam:

 

 

 

Jorge VIEIRA (1922-1998)

 

Escultor e desenhador lisboeta, Jorge Vieira (n. Lisboa, 1922, e m. em Évora, 1998) permanece na memória de muitos como autor do monumental

Homem-Sol

erguido no Parque das Nações, para a Expo98. Com as suas hastes atravessando o espaço em múltiplas direcções,

Homem-Sol

constitui uma espécie de testamento-síntese da obra que Jorge Vieira criou ao longo de uma carreira de cerca de 50 anos. Uma obra duplamente pioneira, pela renovação dos materiais escultóricos, como pela renovação poética da linguagem da escultura, que testou nas formas cheias, redondas, de um imaginário pagão trabalhado no barro (touros, crescentes lunares, sóis...) ou na pedra, mas também nas formas austeras, abertas, de linhas e planos estirados no metal, em que o artista experimentou uma redução fundamental da forma a signo.


publicado por felismundo às 10:02
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