Segunda-feira, 4 de Maio de 2009

ESTAMOS TODOS, MAIS POBRES!

Não se trata de obituário, mas sim de referir o desaparecimento de alguém, para quem o TEATRO, era a vida, refiro-me, a Augusto Boal, um brasileiro, filho de português que nos anos setenta nos brindou com a sua passagem e trabalho na Barraca, que, ajudou a fundar, conjuntamente com a Maria do Céu Guerra e o Helder Costa.

Deixo, AQUI, a notícia e aproveito para referir que só lutando se conseguem os resultados pertendidos. Nunca esqueçamos o seu exemplo.

 

CARTAZ, DA PEÇA DE AUGUSTO BOAL, LEVADA Á CENA, EM ESTREIA MUNDIAL, POR "A BARRACA", QUANDO DA PASSAGEM DO 30º ANIVERSÁRIO.
PALAVRAS DE HELDER COSTA:
HERANÇA BENDITA
Boal regressa à Barraca. Boal, um cavaleiro andante de boa memória, um artista criador e subvertor do Teatro, da comunicação, da acção social, cívica e política.
Boal, o mestre com que a BARRACA teve a felicidade de aprender nos primeiros passos, um irmão mais velho que teve a ternura e a compreensão para o desejo de Risco e Descoberta do Novo desse grupo recém-nascido.
É um facto feliz que o nome Augusto Boal entre novamente no nosso repertório no ano em que comemoramos 30 anos. E é uma honra que nos tenha escolhido para fazer a estreia Mundial da sua ultima peça “A Herança Maldita”.
Boal dá o nome de “bulevar macabro” a este texto; corresponderá para o nosso vocabulário Europeu a “comédia negra”, ou seja “Black comedy” (pois, como Boal faz dizer a um dos seus personagens “hoje só se fala Inglês, acentos, parágrafos, etc., tudo é em Inglês”.
A história fala das relações actuais, familiares ou não, totalmente dominadas pelo dinheiro; digamos que se trata de um “close up” da ideologia económica neo-liberal que conduziu à globalização Universal.
A peça faz rir, faz rir muito. E também faz pensar. Como todos os espectáculos que A Barraca montou durante a sua já longa existência.
Foi um feliz reencontro com o nosso primeiro companheiro de viagem. Que ficará muito feliz por voltar a encontrar o público que o aplaudiu e adorou.
Helder Costa 

publicado por felismundo às 12:09
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Sexta-feira, 18 de Julho de 2008

DE NOVO, A "ILHA DE ARLEQUIM"

Volto hoje a falar-vos da "Ilha de Arlequim", essa aventura que o Zeca Medeiros e o Teatro de Giz, com a RTP-Açores, resolveram dar a conhecer, ao Mundo.

Se, por cá a coisa passou sem grande pompa e nenhuma circunstância, lá fora, pelo Mundo, continua a ser vista e divulgada, com todo o interesse.

Foi assim em Boston, o mês passado e é agora em Milão, como poderão espreitar em: www.pontadailha.blogspot.com/

 

Entretanto, no aniversário da Cidade da Horta, o reconhecimento do trabalho do Teatro de Giz, no ano em que comemora, dez de actividade.

 


publicado por felismundo às 12:21
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Quarta-feira, 2 de Julho de 2008

25º FESTIVAL DE TEATRO DE ALMADA

 Hoje, falo-vos de Teatro!

 

 

 

 

Destaco o início do Festival de Almada, pelos seus 25 anos e, acima de tudo, pelo admirável contributo que ao longo destas duas décadas e meia, tem dado à divulgação da Arte de Talma.

 

Melhor que qualquer escrito que eu possa fazer, só a notícia, pura e objectiva, que aqui vos deixo: noticias.sapo.pt/lusa/artigo/49854faf140a7a952eea5a.html

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publicado por felismundo às 13:45
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